There she is!

Em 2004, num portal de flash chamado Newgrounds, conheci uma animação muito divertida, criada pela equipe coreana SamBakZa, entitulada There She Is! Posteriormente viria a rolar por aí como o video do gatinho e da coelhinha. O roteiro é bem simples: Uma coelha se apaixona por um gato, e vira algo como uma história de amor impossível. A coisa foi tão bem aceita que o trio resolveu continuar desenvolvendo. Ano passado foi postado o último capítulo dessa saga. A animação é expressiva e não conta com diálogos, por isso você não precisa gastar seu coreano pra tentar entender. A trilha sonora é bem interessante e acompanha vem o desenvolver das histórias. É interessante acompanhar a evolução do processo de animação e os efeitos de câmera.
Me diverti muito assistindo essa série e espero que vocês também se divirtam!

There she is!!  (não possui controle de play, começa automaticamente)
There she is: Step 2
There she is: Step 3
There she is: Step 4
There she is: final step

Expodesign 2009!

Começou hoje durante o UFRGS Portas Abertas a Exposição dos trabalhos dos alunos de Design da universidade. Convidem seus amigos pra ir!

expodesignA COMGRAD Design UFRGS e o Centro Acadêmico do Design UFRGS convidam a visitar a Primeira Mostra de Trabalhos Acadêmicos desenvolvidos pelos alunos de Design da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Venham conhecer os resultados gerados nas disciplinas das habilitações de Design Visual e Design de Produto.
A exposição se encontra na Faculdade de Arquitetura, Rua Sarmento Leite 320, Campus Central, e ocorrerá dos dias 16 a 22 de Maio, com horário de visitação das 8:00 às 22:00.

Guitar Hero é pra fracassados

A Disney resolveu pegar pesado com os jogos de músicas, e a partir do verão desse ano (nos Estados Unidos), vai estar lançando o Disney Star Guitarist, feito em parceria com a Washburn Guitars. Seguindo a mesma premissa dos Guitar Heroes e Rock Bands por aí, temos notas caindo que devem ser tocadas na sequência (agora sem trema. Ugh, coisa medonha!) correta. Até aí tudo bem. O pulo do gato está no fato de você usar instrumentos de verdade! DE VERDADE, cara!! Estamos falando de acordes de verdade, tocados em cordas de verdade com tempos de verdade! Isso é o máximo! Com tempo e dedicação, você pode até aprender uma coisa que outra do instrumento. E o melhor é que você pode usar sua própria guitarra/baixo/violão elétrico, sem ter que apertar botõezinhos de plástico. A belezinha ainda vem com cordas coloridas para leigos, podendo ser usadas em qualquer instrumento. O preço será de 200 dólares lá fora. Confiram a apresentação da beleza na CES.

Com lançamento simultâneo para PC e Mac.

via Gizmodo.com

E se foi o Natal

Espero que tenham se divertido nesse Natal, amigos leitores! De presente, fica uma compilação de reações de várias crianças ao abrirem seus presentes e darem de cara com um Nintendo Wii.

Se sentindo luzer por não ter ganho um? Eu não. Nem queria mesmo…
Via Gizmodo Brasil.

O poder dos sonhos

Esta animação foi encomendada pela Honda para contar a história do fundador da empresa, Soichiro Honda.  Escrita e dirigida pelo animador italiano Michele D’Auria, a trilha sonora é do violinista também italiano Lino Cannavaccioulo.
Simplesmente genial e emocionante.
Não deixem de acreditar nos seus sonhos, crianças.

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Dica da Carol, via MMzuno.

Mirror’s Edge saído do forno

95711-bigposter_knqmgAinda mês passado, Owen O’Brien, produtor sênior da EA DICE anunciou que Mirror’s Edge era o primeiro jogo de uma trilogia. E Finalmente, a anunciou que Mirror’s Edge  está oficialmente pronto!
O jogo estará disponível em versões para o PS3 e Xbox 360, com datas de lançamento para dia 11 de novembro nos EUA e dia 14 de novembor na Europa. Espera-se uma versão para o PC até o inverno americano (ou seja, nosso verão). Para tornar o lançamento significativo, a produtora tem promovido o jogo com uma HQ referente a ele , um demo pré-lançamento, um modo Time Trial de grátis para quem comprou o jogo antecipado e uma edição limitada por modestos USD$130.

Depois de meia-hora de gameplay no demo do Xbox, deu pra sentir que esse jogo promete mesmo! Não só a ambientação e estética são diferenciadas como a jogabilidade apresenta desafios interessantes. Mais um motivo para eu dar um upa tapeada no meu PC logo! Confiram o trailer do jogo logo abaixo

Via GameSpot.

Game Over podcast!

Primeiro podcast minha gentem! Prestigiem!
Para os curiosos, sou o cara que fala ãaahhns e sibilo meus esses às ganhasss =)

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Dobrando CPUs

Num daqueles lances geniais, a ASUS lançou dois gabinetes dobráveis. De acordo com o site, os gabinetes dobráveis modelos TA-F11 e TA-F21 significam uma economia de 30% em armazenamento e transporte. O tipo de economia que reduz o preço para o consumidor final. Espero que depois dessas versões iniciais tenhamos gabinetes-origamis em formas de sapos, garças e coelhos. Um prato cheio para case moders.
20081031-a-1

via MeioBit.

Mozilla onipresente

Já faz dois meses desde que o Mozilla Labs lançou um protótipo que vai facilitar ainda mais a navegação dentro da Web. O princípio é bem simples: Habilitar o usuário final a interagir com o browser de maneira a reduzir ainda mais seu tempo de navegação através de uma comunicação direta com o mesmo. Tudo isso sem ter que apelar para nenhuma outra linguagem a não ser a linguagem humana. Usuários poderiam criar seus próprios mash ups sem ficar esperando que desenvolvedores fizessem todo o trabalho duro. Difícil de entender? Imagino, pois pra mim é difícil de explicar também. Como imagens ainda valem mais que mil palavras, confiram esse vídeo aqui e comreendam o poder e a velocidade que o Mozilla Ubiquity concede ao usuário:

A interface ainda não parece muito amigável, mas estamos falando de um protótipo. Logo poderemos contar com uma interface mais user friendly. Agora, se me dão licença, vou enviar alguns mapas por e-mail =)

Game Review: Call of Cthulhu vs. Doom3

Bem, como parte desse blog consiste em postar trabalhos relacionados a interfaces pra uma cadeira da faculdade (culpa dele), minha primeira revisão de interface vai ser de dois jogos batutas que já são extremamente velhos (tipo, mais que quatro anos de vida), mas que pra mim ainda são novidade, visto que na data de lançamento eles simplesmente não rodavam no meu computador. Ei-los:

Doom3:Doom01
Lançado em 2004, apesar do nome, Doom 3 na verdade se trata de um remake da série de First Person Shooter (FPS)  Doom, simplesmente jogando fora toda a história do Doom original.  O jogo se passa no ano de 2145 em Marte. Você é um space marine conhecido como…space marine. Recém transferido para a base de experimentos militares da Union Aerospace Corporation (UAC), que trabalha com Pesquisa e Desenvolvimento de armas, pesquisas biológicas e erm…teletransportes. Claro, o experimento de teletransporte infelizmente dá errado e abre um portal para o Inferno, provocando uma invasão de criaturas demoníacas de todos os tipos, tamanhos e gostos. É aquela velha história: Se você sai de casa sem guarda-chuva, lógico que vai chover. Você chega na base de pesquisa militar suspeita em Marte que trabalha com teleportes, lógico que o experimento vai abrir um portal para o Inferno. Seu objetivo no jogo é sobreviver aos demônios e funcionários possessos pelo capeta com a ajuda das armas mais banais até as armas mais tecnológicas e pôr um fim ao portal para o Inferno. Simples assim.

Call of Cthulhu – Dark Corners of the Earth:coc01
Lançado em 2005, Call of Cthulhu – Dark Corners of the Earth (CoC) foi produzido pela Bethesda Softworks como um jogo de survival horror/first person adventure que tem como base todo o Cthulhu Mythos, criado pelo escritor Howard Phillips Lovecraft. Em CoC, você encarna na pele de Jack Walters, detetive policial em 1920. Ele possui certa facilidade para resolver casos onde se apresentam pouca ou nehuma evidência. Durante um chamado noturno pela polícia de Boston, envolvendo um distúrbio causado por alguns cultistas, Jack se depara com criaturas além de sua compreensão que o deixam mentalmente abalado, o deixando aparentemente insano e com dupla personalidade. Internado no hospital psiquiátrico Asilo Arkham durante  6 anos, sua segunda personalidade aparentemente desaparece e Jack retoma duas atividades como detetive freelancer. Após receber um contato misterioso sobre um incidente ocorrido na pacata cidade de Innsmouth, Jack começa a se reencontrar com o passado que o atormente e sua sanidade está novamente por um fio.

Doom02

Jogabilidade:
Apesar de serem dois jogos em primeira pessoa e serem jogos com um toque de horror, ou seja, ambientação escura, inimigos horrendos e muitos sustos duranto o jogo, CoC e Doom3 apresentam diferenças sensíveis na jogabilidade. Doom3, como um bom FPS, possui um HUD (Head Up Display) muito instrutivo e que auxilia na jogabilidade.  A HUD de Doom3 conta com os seguintes itens
1. Mira da arma;
2. Armadura/Proteção e quantidade;
3. Nível de saúde do personagem;
4. Local onde o personagem está. Como se fosse um GPS dentro da base;
5. Munição dentro da arma;
6. Munição total sendo carregada. Essas duas marcações variam de arma para arma, mas geralmente são inseridas nessa posição, quando a própria arma não carrega um display consigo;
7. Armas e itens disponíveis. Não indica nomes, mas a pequena luz acesa indiga qual arma o personagem está utilizando;

Já no Call of Cthulhu, a coisa é levemente diferente, como vocês podem ver aqui:
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Como aparece na tela, a mira fica…eh, bem, não tem mira…e o nível de saúde fica…hum, também não…ah! mas a proteção…é, não tem também…Mas vocês podem ver que a quantidade de munição fica… Pois é. Diferente da maioria dos FPS, CoC não tem HUD. Isso se aplica ao sistema de mira também. Ambos os jogos utilizam a opção de mirar com a arma, garantindo mais precisão para tiros mais letais. Doom3 ainda utiliza o HUD, mas em CoC você mira no olho mesmo, utilizando as técnicas de mirar da própria arma. Desnecessário dizer que isso dá um trabalho danado. Se você mirar tempo demais, Jack se cansa e você é obrigado a soltar a posição de mira.

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Em Doom3, o jogador tem acesso a equipamentos médicos de alta tencnologia. Pode procurar cabines de cura que aplicarão os medicamentos necessários, ou encontrar Helath Packs pelo caminho que deixarão o space marine em 100%. Se sua saúde estiver muito baixa, uma barra amarelada aparecerá em torno do medidor de saúde e armadura, indicando que você precisa de cuidados.
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Em CoC o nível de saúde (e sanidade) é controlado pelas sensações do personagem. Você sabe que está apanhando, mas não é uma porcentagem que te  mostra isso. Dentro do Iventário aparece o quão mal seu personagem está, enquanto fora dele você experimenta senações  como audição abafada, respiração pesada, perda de cor na visão, vertigens, essas coisas.  Para remediar isso, você tem acesso a boa e velha medicina dos anos 30, podendo aplicar  suturas, bandagens, talas, antídotos para venenos e até a boa e velha injeção de morfina. Mas cuidado! Ela vai afetar drasticamente seus sentidos! Você aplica os tratamentos nas áreas marcadas em vermelho, dentro do seu inventário, ou pode usar o atalho do quick heal. A medicação toma muito tempo, portanto esconda-se bem ou os inimigos podem te achar!
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Outro dado curioso é que, se você não tratar logo de seus ferimentos mais sérios, Jack Walters pode morrer de hemorragias internas.
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Ambos os jogos possuem missões em paralelo a serem cumpridas antes do objetivo final, e contam com quebra-cabeças para serem desvendados. Em Doom3, você tem um PDA que guarda suas informações e pode fazer o download de outros PDAs. Isso se torna muito útil na hora de achar munição extra, encontrar passagens e descobrir mais sobre a história do jogo. Cada nova entrada no aparelho é mostrada iluminada, enquanto entradas antigas aparecem escurecidas. O PDA também mostra a variedade do seu arsenal atual.
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Em CoC, Jack Walters carrega seu fiel diário consigo. Ele está disponível dentro do Inventário, que também traz consigo o número de munições disponíveis no momento (tavam procurando né? reparem na escassez), itens diversos que colaboram durante o jogo e os já citados medicamentos.
coc11 coc12 coc13 As entradas são divididas em três partes. O Diário de Jack Walters, coleta de evidências e os Tomos Míticos e Manuscritos. Dentro de cada parte existem mais evicências como livros de ordens secretas,  matérias de jornais e até diários de outros personagens do jogo. Quando você terminou de ler todas as novas entradas, o ícone do diário aparece esmaecido.

Interação com o cenário:Doom09
Outro ponto divergente dentro dos jogos é a interação com o cenário. Em Doom3 os meios dessa interação são mais sofisticados. Como em um bom jogo futurista, existe uma diversidade de painéis e alguns podem ser acessados. Notamos uma mudança na interface quando nos aproximamos em um painel interativo com a mira assumindo o papel de um mouse. Existem muito mais elementos interativos dentro do cenário de Doom3 do que em CoC. Além de telas de computador, contamos com barris explosivos, chapas de vidro quebraveis, tudo para melhorar sua experiência destrutiva.
coc14 Call of Cthulhu conta com elementos mais estratégicos do cenário para dar mais emoção a jogabilidade. Você pode trancar portas com suas trancas ou empurrar objetos para obstruí-las. Também é possível quebrar certas trancas e cadeados com as armas disponíveis, ganhando acesso a locais obstruídos.

Curiosidade:
Apesar de todo o realismo e tensão embutido em Call of Cthulhu, ao contrário de Doom3, onde você atira e os cadáveres ficam no cenário, em CoC eles possuem a mania de desaparecer, algo como um inimigo auto-limpante
Doom3:
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CoC:
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Enfim:
Todo esse ‘breve’ post só para mostrar como se pode variar dentro de uma mesma categoria. Claro que esses são dois extremos. Doom3 segue arduamente os passos de um PFS, enquanto CoC inova  nesses em vários aspectos, talvez por não levar uma franquia nas costas e possuir uma ‘licença poética’ de forma a melhor traduzir as histórias fantásticas de Lovecraft em um jogo. Por essas diferenças, jogar CoC é uma experiência mais emocionante que Doom3. Doom3 quer te assustar em um momento surpresa, com monstros saindo do escuro e armadilhas afins. Call of Cthulhu não te assusta às vezes, mas sim SEMPRE! Fugir e se esconder é sempre uma boa opção dentro do jogo. Seu cérebro vai te salvar mais vezes que a sua arma. De possível, joguem os dois! Se não, confiram gameplays no youtube para ter mais uma idéia de como são os jogos.